BN22334

Additive Tecnologia em Destaque na Semana Informática

9 Janeiro, 2013

Depois do Brasil, o mercado moçambicano é a próxima paragem da Additive Tecnologia, que sobe assim mais um degrau no seu processo de internacionalização. Em declarações ao Semana, Miguel Costa-Manso, administrador da Additive Tecnologia, explicou que a principal razão para a companhia entrar em Moçambique foi a mesma que fez também abrir a operação em Fortaleza, no Brasil, ou seja, «as solicitações de clientes da Additive em Portugal para a prestação de serviços às suas filiais fora de Portugal».

Após um período de planeamento e de preparação logística, «que demorou mais do que o inicialmente previsto», Miguel Costa-Manso refere que a operação em Moçambique «deverá arrancar no primeiro trimestre de 2013», estando a Additive Tecnologia interessada em entrar directamente naquele mercado africano. Para já, a equipa inicial deverá compreender «três pessoas que já eram colaboradores do Grupo Additive, um coordenador técnico, um técnico sénior e um responsável financeiro». O administrador da Additive Tecnologia assegura que «futuros reforços da equipa serão recrutados localmente».

Com um investimento total neste processo de internacionalização a rondar os «200 mil euros», o modelo de negócio adoptado pela Additive Tecnologia para Moçambique acaba por ser «uma réplica dos modelos implementados em Portugal e no Brasil». Segundo Miguel Costa-Manso, o core «será a prestação de serviços de assistência e gestão informática, complementado por outros serviços também ligados à área da informática e pela venda de material».

A operação vai arrancar «com dois contratos de prestação de serviços assegurados», mas Miguel Costa-Manso refere que o business plan está «muito focado no new business» e prevê «a duplicação da facturação nos primeiros 12 meses».

Antes de avançar para Moçambique, a tecnológica lusa assegurou um estudo do mercado local, tendo identificado «uma falta de soluções profissionais a nível da prestação de serviços de assistência e gestão informática». Assim sendo, Miguel Costa-Manso diz acreditar que «os pilares da cultura empresarial do Grupo Additive – o know-how, a experiência no sector, a agilidade e a rapidez de resposta e a orientação para o client service – serão factores de diferenciação no mercado».

Questionado sobre a possibilidade de avançar para outros PALOP, além de Moçambique, este responsável assegurou que a sua empresa está, neste momento, envolvida «num projecto de grandes dimensões na Guiné Bissau», motivo pelo qual, no médio prazo, não está colocada de parte «a hipótese de se iniciar uma operação neste mercado».

fonte

Suporte Additive